Testes regressivos

Teste regressivo é como chama-se a atividade de reanalisar um programa depois dele sofrer modificações, ou seja, ser atualizado, incrementado, sendo isto feito para garantir que as mudanças realizadas e novas partes do programa comportem-se corretamente. Geralmente estes testes regressivos são realizados fazendo-se novas reexecuções, completas ou parciais, de um conjunto de testes já existentes. Este conjunto de testes que são executados novamente recebem o nome de suíte de testes regressivos.

Com a aplicação da suíte de testes regressivos, é possível avaliar os diferentes comportamentos entre as versões do programa, a antiga e a nova, ajudando quem as desenvolve a descobrir os erros causados tanto pelas modificações, como pelos efeitos das novas partes introduzidas.
Pesquisas são realizadas para tentar identificar maneiras mais eficientes de se realizar os testes regressivos, buscando encontrar suítes de testes regressivos que não necessitem serem executados novamente sobre a nova versão, ou também eliminar os processos redundantes, e também buscam encontrar defeitos mais cedo. Porem, sobre a eficácia das suítes de testes regressivos com relação as mudanças no programa, pouco tem sido pesquisado, como verificar se as suítes de testes existentes são suficientes para as novas alterações introduzidas no programa.
Para resolver as limitações das técnicas existentes, é utilizada uma abordagem que combina a análise da dependência e execução simbólica para identificar os requisitos de testes que são suscetíveis de exercer os efeitos de uma ou mais alterações em um programa. Essa abordagem é baseada em duas grandes intuições. A primeira intuição é que os critérios de testes para software modificado devem exigir casos de teste para chegar a áreas potencialmente afetadas do código ao longo de caminhos diferentes e relevantes. A segunda intuição é que requisitos de testes para software modificado devem levar em conta o estado do software e os efeitos das alterações neste estado. Assim, a essa abordagem leva a uma execução parcial simbólica, um tipo de execução simbólica que é realizada a partir de uma mudança, incide sobre as partes do estado do programa por essa mudança, e codifica os efeitos da mudança em pontos específicos do programa.

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This entry was posted on sexta-feira, novembro 27th, 2009 at 19:06 and is filed under artigos. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. Both comments and pings are currently closed.

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