Olimpíadas da vida

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, também chamada de Paraolimpíadas, nove participantes, todos com deficiência mental ou física alinharam-se para a largada da corrida dos cem metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Todos, exceto um garoto, que tropeçou no piso, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro diminuíram o passo e olharam para trás.
Viram o garoto no chão, pararam e voltaram.Todos eles!
Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse:
“pronto, agora vai sarar”.
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e não tinha um único par de olhos secos. E os aplausos duraram longos minutos.
E as pessoas que estavam ali, naquele dia, repetem essa história até hoje.
Por quê? Porque lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.
“Que cada um de nós possa ser capaz de diminuir o passo ou mudar de curso para ajudar alguém que em algum momento de sua vida tropeçou e precisa de ajuda para continuar…”

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • Live
  • MySpace
  • PDF
  • Rec6
  • Reddit
  • RSS
  • Slashdot
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Identi.ca
  • Netvibes
  • Tumblr
  • blogmarks
  • Posterous
  • Yahoo! Buzz

Posts relacionados:

  1. Imagens da Vida Moderna
  2. Garotos Travessos
  3. Posso fazer mais que isso
  4. Agua
  5. 2º Encontro de Ciência e Tecnologia do Paraná (Guarapuava)

This entry was posted on quarta-feira, setembro 19th, 2007 at 10:14 and is filed under pensamentos. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. Both comments and pings are currently closed.

Comments are closed.